Ocorre quando a relação médico-paciente é atravessada por práticas negligentes, invasivas, humilhantes ou coercitivas — muitas vezes naturalizadas como parte do atendimento. O abuso pode ser físico, verbal, simbólico ou institucional, e frequentemente deixa marcas psíquicas profundas. Reconhecer esse abuso é um ato de resistência e cuidado.